quarta-feira, 20 de julho de 2011

Rainha Gracyane é apresentada aos tijucanos

Por Priscila Franco



Em sua primeira visita à quadra da Tijuca, Gracyanne
 já recebe o carinho da comunidade
Na noite de apresentação da sinopse da Unidos da Tijuca, a dançarina Gracyanne Barbosa era apresentada como a nova rainha da bateria da agremiação. Acompanhado do marido, o cantor Belo, ela fez a sua primeira visita à quadra e  sua primeira aparição como membro da escola,  Em entrevista ao site OABREALAS, a realeza incorporou o seu lado foliã e explicou o peso de estar chegando à azul-e-ouro do Borel:


- Eu acho que a responsabilidade é grande, porque a Tijuca faz um desfile impecável, é uma das escolas mais esperadas da Avenida, até pelo Paulo Barros, que vem sempre inovando no Carnaval. Quando desfilo, fico pensando em como vai ser a comissão de frente, os carros, porque acho que a escola encanta Como foliã, eu sou apaixonada pelo desfile da Tijuca, quando não posso ver coloco para gravar... - afirma. 

Mesmo ainda não tendo avaliado a receptividade da comunidade do Borel, a nova rainha já sabe quais os ingredientes para ocupar bem o posto e conquistar os componentes:

- Eu gosto de estar nos ensaios, não sei como é aqui na Tijuca, mas eu adoro os ensaios de rua, estar perto da comunidade, criar um vínculo maior, porque eu acho que tem que ter essa afinidade e uma aceitação verdadeira. Isso faz com que a rainha fique muito mais à vontade com a bateria e componentes, então podem contar com isso. Hoje foi a primeira vez que estive no barracão, conheci algumas pessoas de lá, mas não propriamente a comunidade, e também vim aqui na sinopse conhecer a quadra, mas que espero que a comunidade me receba bem. Acredito que sempre haverá uma resistência, até porque a rainha ficou aqui durante cinco anos, é uma pessoa muito querida, mas com certeza eu espero fazer um trabalho para que eles me recebam da mesma maneira que estou abraçando a escola. - comenta.

A beldade, que já tem no currículo escolas como Salgueiro, Vila Isabel e Mangueira, garante que o amor pelas antigas agremiações se mantém:

- São escolas que ficam no meu coração, porque quando você fica um ano, ou três, como fiquei na Mangueira, você cria um carinho muito grande pela escola. Como eu estava sempre nos ensaios de rua, eu criei muita afinidade. O carinho pela comunidade mangueirense vai continuar sempre, e quando eu puder, eu vou continuar frequentando a quadra da escola, porque a gente cria esse vínculo e o carinho permanece. Embora algumas pessoas saiam, a comunidade permanece, então acho que a gente fica devendo isso a eles. O carinho que as pessoas me receberam lá eu não tenho nem como descrever, então eu preciso falar isso a eles. - finaliza.  

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