A verde-e-branco da Zona Oeste entrou na avenida com um enredo versando sobre um mundo melhor e com um pedido de paz para a humanidade. A escola de Santa Cruz apresentou problemas em seu desfile. Assim como a apresentação do seu primeiro casal de mestre sala e porta bandeira , a comissão de frente apresentou uma coreografia sem muito brilho. Além disso, as cinco alegorias levadas para o desfile pecaram no acabamento e no material usado na confecção.
A comissão de frente, coreografada por Carlos Muvuca, representou o sonho de um mundo melhor.Um tripé foi usado na apresentação da comissão de frente, onde os integrantes ora estavam caracterizados de militares e ora de hippie. O figurino usado deixou a desejar, assim como a simples coreografia apresentada perante as cabines julgadoras.
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Eduardo Belo e Janaína Mendes, representavam a discriminação racial, que infelizmente ainda assola o mundo. O casal fez uma apresentação tímida e sem entrosamento diante das cabines julgadoras. Não conseguiram realizar a sua coreografia de maneira satisfatória; pareciam estar presos e receosos com o piso molhado. Um fato a ser destacado é que a porta bandeira foi prejudicada pela saia da fantasia, no qual o suporte para encaixar a bandeira apresentava problemas.
A bateria da Santa Cruz fez fez uma belissima apresentação. Mostrou- se segura e bem ensaiada na apresentação das bossas. Apresentou-se diante das cabines julgadoras com louvor.
A harmonia da escola, mesmo com o mau tempo, mostrou resultado. Muito desse fato se deve ao canto da escola e à participação dos componentes com vontade, que foram peças fundamentais para o desfile.
Um fato a ser destacado é que a apresentação da verde-e-branco da Zona Oeste terminou com 59 minutos, um além do tempo permitido, o que vai ocasionar a perda de pelo menos 0,5 ponto como penalidade.
Agora só resta a comunidade da Zona Oeste aguardar o resultado na quarta feira de cinzas.
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